
Dizem que quando certos astros se alinham, o firmamento pode até tremer, estrelas são eclipsadas e coisas inesperadas podem acontecer.
Dizem que as pessoas têm auras, que podem brilhar como estrelas ou até mesmo pairarem austeros no espaço como verdadeiros astros.
Dizem que, apesar de ser utopicamente raro, astros e estrelas podem colidir na imensidão do frio espaço. E que quando isso acontece, ambos se fundem, iluminam milhões de anos-luz com a energia que liberam e podem formar singularidades de proporções astronômicas...
Ninguém nunca me disse, mas eu imagino.
No dia em que seus olhinhos de estrela iluminados por teu incandescente coração apaixonante atravessou meu olhar sonhador, mergulhado em alusões utópicas de versos e mais versos a cantar e celebrar alguém que eu nem conhecia, creio que o impossível se fez provável quando nossos corações estrelados e espaciais entraram em perfeita rota de colisão terna, me fazendo vislumbrar uma singularidade no firmamento, uma estrela gigante filha de uma supernova apaixonada. Esta gerada pela perfeita união de dois corações aparentados pelo destino e fadados inevitavelmente a perfeita felicidade eterna, sendo um único sol a findar qualquer que seja a longa noite até agora vivida.

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